ENTRE O SISTEMA E A CRUZ: O FUTURO DA IGREJA
Série Especial: A Crise da Igreja Moderna e o Retorno à Essência
Estudo 2 — O Perigo dos “Ismos”: Quando o Cristianismo Perde o Cristo
QUANDO O NOME PERMANECE, MAS O CENTRO MUDA
É possível falar muito sobre Cristo e, ainda assim, permitir que outras coisas ocupem o lugar que pertence somente a Ele? Essa é uma pergunta que precisa ser feita com seriedade.Ao longo da história do cristianismo, surgiram diferentes escolas teológicas, tradições, movimentos, sistemas de pensamento e formas de expressão da fé.
Alguns contribuíram para organizar conceitos, responder a desafios e defender verdades importantes das Escrituras. Outros, porém, quando levados aos extremos, podem transformar uma determinada ênfase em um sistema que passa a dominar toda a compreensão da fé.
É nesse ponto que surge o perigo dos “ismos”.
O problema não está simplesmente no fato de existirem diferentes correntes de pensamento. O problema começa quando uma identidade teológica, denominacional, cultural ou espiritual se torna tão dominante que Cristo deixa de ser o centro e passa a ser apenas uma referência dentro do sistema.
Paulo advertiu a Igreja de Corinto contra uma espiritualidade construída em torno de personalidades: “Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo.” (1 Coríntios 1:12)
A questão não era apenas a existência de líderes diferentes. O problema era transformar servos de Cristo em bandeiras de identificação. Por isso, talvez precisemos fazer uma pergunta desconfortável:
Estamos seguindo a Cristo ou defendendo o nosso sistema sobre Cristo?
Neste estudo, vamos analisar alguns dos “ismos” que podem influenciar a experiência cristã contemporânea, humanismo religioso, materialismo espiritualizado, emocionalismo, relativismo teológico, triunfalismo e denominacionalismo, procurando compreender onde determinadas ênfases podem se tornar desequilíbrios.
O objetivo não é atacar pessoas, denominações ou tradições.
É voltar ao centro. CRISTO
Porque o cristianismo pode possuir linguagem religiosa, símbolos, estruturas, grandes eventos e discursos sobre Deus. Mas, se Cristo deixa de ocupar o centro, precisamos perguntar o que realmente estamos construindo.
Continue a leitura e examine cada ponto à luz das Escrituras. Talvez o maior desafio da Igreja não seja descobrir um novo caminho, mas discernir tudo aquilo que, silenciosamente, pode estar tomando o lugar da cruz.
Se este estudo contribuir para sua reflexão, deixe seu comentário, ELE É IMPORTANTE PARA NOSSA REFLEXÃO, compartilhe com outros cristãos e siga o blog Verdades Cristãs para acompanhar a continuidade desta série.
É possível falar muito sobre Cristo e, ainda assim, permitir que outras coisas ocupem o lugar que pertence somente a Ele? Essa é uma pergunta que precisa ser feita com seriedade.Ao longo da história do cristianismo, surgiram diferentes escolas teológicas, tradições, movimentos, sistemas de pensamento e formas de expressão da fé.
Alguns contribuíram para organizar conceitos, responder a desafios e defender verdades importantes das Escrituras. Outros, porém, quando levados aos extremos, podem transformar uma determinada ênfase em um sistema que passa a dominar toda a compreensão da fé.
É nesse ponto que surge o perigo dos “ismos”.
O problema não está simplesmente no fato de existirem diferentes correntes de pensamento. O problema começa quando uma identidade teológica, denominacional, cultural ou espiritual se torna tão dominante que Cristo deixa de ser o centro e passa a ser apenas uma referência dentro do sistema.
Paulo advertiu a Igreja de Corinto contra uma espiritualidade construída em torno de personalidades: “Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo.” (1 Coríntios 1:12)
A questão não era apenas a existência de líderes diferentes. O problema era transformar servos de Cristo em bandeiras de identificação. Por isso, talvez precisemos fazer uma pergunta desconfortável:
Estamos seguindo a Cristo ou defendendo o nosso sistema sobre Cristo?
Neste estudo, vamos analisar alguns dos “ismos” que podem influenciar a experiência cristã contemporânea, humanismo religioso, materialismo espiritualizado, emocionalismo, relativismo teológico, triunfalismo e denominacionalismo, procurando compreender onde determinadas ênfases podem se tornar desequilíbrios.
O objetivo não é atacar pessoas, denominações ou tradições.
É voltar ao centro. CRISTO
Porque o cristianismo pode possuir linguagem religiosa, símbolos, estruturas, grandes eventos e discursos sobre Deus. Mas, se Cristo deixa de ocupar o centro, precisamos perguntar o que realmente estamos construindo.
Continue a leitura e examine cada ponto à luz das Escrituras. Talvez o maior desafio da Igreja não seja descobrir um novo caminho, mas discernir tudo aquilo que, silenciosamente, pode estar tomando o lugar da cruz.
Se este estudo contribuir para sua reflexão, deixe seu comentário, ELE É IMPORTANTE PARA NOSSA REFLEXÃO, compartilhe com outros cristãos e siga o blog Verdades Cristãs para acompanhar a continuidade desta série.
O QUE SÃO OS “ISMOS”?
O termo “ismo” pode ser utilizado para designar uma corrente de pensamento, uma doutrina, uma ideologia, uma escola teológica ou determinada forma de compreender a realidade. Portanto, falar sobre “ismos” não significa afirmar que toda corrente teológica ou tradição cristã seja necessariamente errada.
O problema aparece quando uma determinada perspectiva passa a receber uma importância maior do que aquela que as Escrituras permitem. Uma ferramenta de compreensão pode transformar-se em uma espécie de filtro absoluto como:
- Uma tradição pode transformar-se em autoridade.
- Uma experiência pode transformar-se em doutrina.
- Uma preferência pode transformar-se em regra espiritual.
- E uma ênfase legítima pode transformar-se em desequilíbrio.
Paulo apresenta um princípio fundamental: “Ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.” (1 Coríntios 3:11)
Esse texto nos oferece uma chave para toda a discussão. Podemos possuir diferentes métodos, tradições e compreensões teológicas. Mas existe um fundamento que não pode ser substituído: Jesus Cristo.
O termo “ismo” pode ser utilizado para designar uma corrente de pensamento, uma doutrina, uma ideologia, uma escola teológica ou determinada forma de compreender a realidade. Portanto, falar sobre “ismos” não significa afirmar que toda corrente teológica ou tradição cristã seja necessariamente errada.
O problema aparece quando uma determinada perspectiva passa a receber uma importância maior do que aquela que as Escrituras permitem. Uma ferramenta de compreensão pode transformar-se em uma espécie de filtro absoluto como:
- Uma tradição pode transformar-se em autoridade.
- Uma experiência pode transformar-se em doutrina.
- Uma preferência pode transformar-se em regra espiritual.
- E uma ênfase legítima pode transformar-se em desequilíbrio.
Paulo apresenta um princípio fundamental: “Ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.” (1 Coríntios 3:11)
Esse texto nos oferece uma chave para toda a discussão. Podemos possuir diferentes métodos, tradições e compreensões teológicas. Mas existe um fundamento que não pode ser substituído: Jesus Cristo.
1. HUMANISMO RELIGIOSO — QUANDO O HOMEM SE TORNA O CENTRO
Uma das grandes tendências da religiosidade contemporânea é colocar a experiência humana no centro da mensagem. Nesse modelo, a pergunta principal deixa de ser:
“O que Deus deseja?” E passa a ser: “O que eu desejo que Deus faça por mim?”
A fé começa a ser interpretada principalmente a partir das necessidades, desejos, realizações e expectativas humanas. Deus pode continuar sendo mencionado, mas corre-se o risco de transformar o próprio Deus em instrumento para alcançar objetivos pessoais.
A mensagem passa a girar em torno de:
- realização pessoal; sucesso; autoestima; conquistas; reconhecimento; satisfação imediata.
Naturalmente, a Bíblia não despreza o ser humano. Pelo contrário, apresenta sua dignidade como criatura feita à imagem de Deus. Mas o Evangelho não existe para colocar o homem no trono.
Existe para reconciliar o homem com Deus.
Paulo escreveu: “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas.” (Romanos 11:36)
Observe as três expressões: Dele. Por meio dele. Para ele.
O centro da realidade cristã não é o ego humano. É Deus.
Uma das grandes tendências da religiosidade contemporânea é colocar a experiência humana no centro da mensagem. Nesse modelo, a pergunta principal deixa de ser:
“O que Deus deseja?” E passa a ser: “O que eu desejo que Deus faça por mim?”
A fé começa a ser interpretada principalmente a partir das necessidades, desejos, realizações e expectativas humanas. Deus pode continuar sendo mencionado, mas corre-se o risco de transformar o próprio Deus em instrumento para alcançar objetivos pessoais.
A mensagem passa a girar em torno de:
- realização pessoal; sucesso; autoestima; conquistas; reconhecimento; satisfação imediata.
Naturalmente, a Bíblia não despreza o ser humano. Pelo contrário, apresenta sua dignidade como criatura feita à imagem de Deus. Mas o Evangelho não existe para colocar o homem no trono.
Existe para reconciliar o homem com Deus.
Paulo escreveu: “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas.” (Romanos 11:36)
Observe as três expressões: Dele. Por meio dele. Para ele.
O centro da realidade cristã não é o ego humano. É Deus.
2. MATERIALISMO ESPIRITUALIZADO — QUANDO A BÊNÇÃO SE TORNA O CENTRO
Outro perigo aparece quando a bênção de Deus é reduzida predominantemente a prosperidade material. Nesse contexto, sucesso financeiro, aquisição de bens, posição social e conquistas visíveis podem ser apresentados como principais evidências da ação divina.
Mas a Escritura apresenta uma visão muito mais ampla da bênção. Há pessoas fiéis nas Escrituras que experimentaram abundância. Também existem servos de Deus que enfrentaram perdas, perseguições, prisões, rejeição e sofrimento.
Paulo conheceu momentos de abundância e de necessidade: “Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas, estou instruído.” (Filipenses 4:12)
Portanto: nem toda riqueza é prova de aprovação divina.
E:
nem toda escassez significa abandono de Deus.
O problema surge quando a vida cristã passa a ser medida predominantemente por aquilo que uma pessoa possui. Jesus apresentou outro parâmetro: “Pois que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36)
A pergunta de Cristo desloca novamente o centro.
Não é: Quanto você possui? Mas: Quem governa sua vida?
Outro perigo aparece quando a bênção de Deus é reduzida predominantemente a prosperidade material. Nesse contexto, sucesso financeiro, aquisição de bens, posição social e conquistas visíveis podem ser apresentados como principais evidências da ação divina.
Mas a Escritura apresenta uma visão muito mais ampla da bênção. Há pessoas fiéis nas Escrituras que experimentaram abundância. Também existem servos de Deus que enfrentaram perdas, perseguições, prisões, rejeição e sofrimento.
Paulo conheceu momentos de abundância e de necessidade: “Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas, estou instruído.” (Filipenses 4:12)
Portanto: nem toda riqueza é prova de aprovação divina.
E:
nem toda escassez significa abandono de Deus.
O problema surge quando a vida cristã passa a ser medida predominantemente por aquilo que uma pessoa possui. Jesus apresentou outro parâmetro: “Pois que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36)
A pergunta de Cristo desloca novamente o centro.
Não é: Quanto você possui? Mas: Quem governa sua vida?
3. EMOCIONALISMO — QUANDO SENTIR SUBSTITUI O DISCERNIR
A experiência emocional faz parte da vida humana e também pode fazer parte da experiência cristã. A Bíblia apresenta pessoas chorando, celebrando, adorando, clamando e expressando profunda emoção diante de Deus.
Portanto, o problema não é sentir. O problema é transformar sentimento em único critério para determinar a verdade espiritual.
- Uma pessoa pode chorar durante um culto e não mudar sua vida.
- Pode experimentar grande emoção e continuar vivendo em desobediência.
- Pode sentir intensa alegria e não possuir compreensão adequada da Palavra.
- Por isso, emoção precisa caminhar junto com verdade e maturidade.
Paulo afirma: “E isto peço: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção.” (Filipenses 1:9)
Observe a relação: amor + conhecimento + percepção.
A fé cristã não despreza a emoção. Mas também não permite que a emoção substitua a verdade.
- O culto pode tocar nossas emoções. Mas a Palavra precisa transformar nossa vida.
- Sentir pode acompanhar a fé; não deve substituir a fé.
A experiência emocional faz parte da vida humana e também pode fazer parte da experiência cristã. A Bíblia apresenta pessoas chorando, celebrando, adorando, clamando e expressando profunda emoção diante de Deus.
Portanto, o problema não é sentir. O problema é transformar sentimento em único critério para determinar a verdade espiritual.
- Uma pessoa pode chorar durante um culto e não mudar sua vida.
- Pode experimentar grande emoção e continuar vivendo em desobediência.
- Pode sentir intensa alegria e não possuir compreensão adequada da Palavra.
- Por isso, emoção precisa caminhar junto com verdade e maturidade.
Paulo afirma: “E isto peço: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção.” (Filipenses 1:9)
Observe a relação: amor + conhecimento + percepção.
A fé cristã não despreza a emoção. Mas também não permite que a emoção substitua a verdade.
- O culto pode tocar nossas emoções. Mas a Palavra precisa transformar nossa vida.
- Sentir pode acompanhar a fé; não deve substituir a fé.
4. RELATIVISMO TEOLÓGICO — QUANDO A VERDADE SE TORNA APENAS OPINIÃO
Outro desafio aparece quando a verdade passa a ser determinada exclusivamente pela preferência individual. Nesse ambiente, cada pessoa pode construir sua própria interpretação sem reconhecer qualquer autoridade acima de suas convicções.
A Bíblia, então, deixa de funcionar como referência normativa e passa a ser utilizada seletivamente para confirmar aquilo que já desejamos acreditar.
Mas a fé cristã histórica não começa com:
“O que eu acho?” Começa com: “O que Deus revelou?”
Paulo advertiu: “Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente.” (Romanos 12:2)
A transformação da mente cristã não significa simplesmente substituir uma opinião por outra. Significa permitir que a mente seja formada pela verdade de Deus. Por isso, maturidade teológica exige humildade.
Precisamos saber distinguir entre:
- aquilo que a Bíblia afirma claramente; aquilo que interpretamos a partir dela;
- e aquilo que simplesmente preferimos acreditar.
Essa distinção é fundamental para uma fé intelectualmente honesta.
Outro desafio aparece quando a verdade passa a ser determinada exclusivamente pela preferência individual. Nesse ambiente, cada pessoa pode construir sua própria interpretação sem reconhecer qualquer autoridade acima de suas convicções.
A Bíblia, então, deixa de funcionar como referência normativa e passa a ser utilizada seletivamente para confirmar aquilo que já desejamos acreditar.
Mas a fé cristã histórica não começa com:
“O que eu acho?” Começa com: “O que Deus revelou?”
Paulo advertiu: “Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente.” (Romanos 12:2)
A transformação da mente cristã não significa simplesmente substituir uma opinião por outra. Significa permitir que a mente seja formada pela verdade de Deus. Por isso, maturidade teológica exige humildade.
Precisamos saber distinguir entre:
- aquilo que a Bíblia afirma claramente; aquilo que interpretamos a partir dela;
- e aquilo que simplesmente preferimos acreditar.
Essa distinção é fundamental para uma fé intelectualmente honesta.
5. TRIUNFALISMO — QUANDO A CRUZ É ESQUECIDA
Existe também uma espiritualidade que enfatiza quase exclusivamente vitória, conquista, crescimento e sucesso.
Nesse modelo, o cristão pode começar a imaginar que uma vida verdadeiramente abençoada deveria estar livre de sofrimento, perdas, oposição e dificuldades.
Mas essa não é a experiência apresentada pelo Novo Testamento.
Jesus nunca escondeu o custo do discipulado: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Mateus 16:24)
Paulo também escreveu: “Por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus.” (Atos 14:22)
- O Evangelho possui vitória. Mas a vitória cristã não elimina a cruz.
- Possui esperança. Mas não promete ausência de sofrimento.
- Possui ressurreição. Mas passa pelo Calvário.
Por isso, uma teologia que fala constantemente de conquista, mas raramente fala de arrependimento, perseverança, santificação e cruz, corre o risco de apresentar uma imagem incompleta do discipulado.
Não podemos desejar a coroa enquanto desprezamos o caminho da fidelidade.
Existe também uma espiritualidade que enfatiza quase exclusivamente vitória, conquista, crescimento e sucesso.
Nesse modelo, o cristão pode começar a imaginar que uma vida verdadeiramente abençoada deveria estar livre de sofrimento, perdas, oposição e dificuldades.
Mas essa não é a experiência apresentada pelo Novo Testamento.
Jesus nunca escondeu o custo do discipulado: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Mateus 16:24)
Paulo também escreveu: “Por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus.” (Atos 14:22)
- O Evangelho possui vitória. Mas a vitória cristã não elimina a cruz.
- Possui esperança. Mas não promete ausência de sofrimento.
- Possui ressurreição. Mas passa pelo Calvário.
Por isso, uma teologia que fala constantemente de conquista, mas raramente fala de arrependimento, perseverança, santificação e cruz, corre o risco de apresentar uma imagem incompleta do discipulado.
Não podemos desejar a coroa enquanto desprezamos o caminho da fidelidade.
6. DENOMINACIONALISMO — QUANDO A IDENTIDADE SE TORNA UMA BARREIRA
As denominações possuem história, identidade, doutrina, organização e tradições.
A diversidade denominacional, por si só, não significa necessariamente abandono da fé cristã. Existem diferenças teológicas legítimas entre cristãos que precisam ser discutidas com seriedade e respeito.
O problema surge quando a identidade denominacional se torna maior do que a identidade em Cristo.
Quando alguém pensa: “Minha denominação é a Igreja correta, e todas as outras estão necessariamente fora.”
Quando a tradição recebe mais defesa do que a Escritura. Quando irmãos em Cristo passam a ser tratados como inimigos simplesmente porque pertencem a outra tradição.
Paulo escreveu: “Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo.” (Efésios 4:4-5)
Isso não significa eliminar todas as diferenças doutrinárias. Significa lembrar que Cristo é maior do que nossas etiquetas denominacionais.
As denominações possuem história, identidade, doutrina, organização e tradições.
A diversidade denominacional, por si só, não significa necessariamente abandono da fé cristã. Existem diferenças teológicas legítimas entre cristãos que precisam ser discutidas com seriedade e respeito.
O problema surge quando a identidade denominacional se torna maior do que a identidade em Cristo.
Quando alguém pensa: “Minha denominação é a Igreja correta, e todas as outras estão necessariamente fora.”
Quando a tradição recebe mais defesa do que a Escritura. Quando irmãos em Cristo passam a ser tratados como inimigos simplesmente porque pertencem a outra tradição.
Paulo escreveu: “Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo.” (Efésios 4:4-5)
Isso não significa eliminar todas as diferenças doutrinárias. Significa lembrar que Cristo é maior do que nossas etiquetas denominacionais.
7. O CRISTO BÍBLICO NÃO CABE EM UM SISTEMA HUMANO
Jesus não pode ser reduzido a uma ferramenta para validar nossos projetos.
- Ele não veio simplesmente para melhorar nossa autoestima.
- Não veio apenas para aumentar nosso patrimônio.
- Não veio para garantir uma vida sem sofrimento.
- Não veio para alimentar nossas disputas denominacionais.
- Não veio para tornar nossas preferências religiosas incontestáveis.
Ele chamou pessoas:
ao arrependimento; à fé; à santidade; à renúncia; ao amor; ao serviço; ao discipulado.
Jesus disse: “Se permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos.” (João 8:31)
A marca do discípulo não é simplesmente pertencer a determinado grupo. É permanecer na Palavra de Cristo.
Jesus não pode ser reduzido a uma ferramenta para validar nossos projetos.
- Ele não veio simplesmente para melhorar nossa autoestima.
- Não veio apenas para aumentar nosso patrimônio.
- Não veio para garantir uma vida sem sofrimento.
- Não veio para alimentar nossas disputas denominacionais.
- Não veio para tornar nossas preferências religiosas incontestáveis.
Ele chamou pessoas:
ao arrependimento; à fé; à santidade; à renúncia; ao amor; ao serviço; ao discipulado.
Jesus disse: “Se permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos.” (João 8:31)
A marca do discípulo não é simplesmente pertencer a determinado grupo. É permanecer na Palavra de Cristo.
8. CRISTIANISMO CULTURAL E NOVO NASCIMENTO
Existe uma diferença profunda entre possuir uma identidade cultural cristã e experimentar a transformação do Evangelho.
Uma pessoa pode:
- frequentar cultos; conhecer músicas cristãs; utilizar linguagem religiosa;
- participar de eventos; conhecer histórias bíblicas; defender valores cristãos;
- e ainda precisar compreender o significado do novo nascimento.
Jesus disse a Nicodemos: “Importa-vos nascer de novo.” (João 3:7)
O cristianismo bíblico não é apenas uma identidade cultural. É uma transformação produzida pela graça de Deus.
Por isso, existe diferença entre:
- frequentar uma igreja e seguir Cristo;
- admirar Jesus e obedecer a Jesus;
- conhecer informações sobre a fé e viver pela fé;
- participar de atividades religiosas e ser formado como discípulo.
- O cristianismo cultural pode produzir simpatizantes.
- O Evangelho chama para o discipulado.
Existe uma diferença profunda entre possuir uma identidade cultural cristã e experimentar a transformação do Evangelho.
Uma pessoa pode:
- frequentar cultos; conhecer músicas cristãs; utilizar linguagem religiosa;
- participar de eventos; conhecer histórias bíblicas; defender valores cristãos;
- e ainda precisar compreender o significado do novo nascimento.
Jesus disse a Nicodemos: “Importa-vos nascer de novo.” (João 3:7)
O cristianismo bíblico não é apenas uma identidade cultural. É uma transformação produzida pela graça de Deus.
Por isso, existe diferença entre:
- frequentar uma igreja e seguir Cristo;
- admirar Jesus e obedecer a Jesus;
- conhecer informações sobre a fé e viver pela fé;
- participar de atividades religiosas e ser formado como discípulo.
- O cristianismo cultural pode produzir simpatizantes.
- O Evangelho chama para o discipulado.
9. O PERIGO PASTORAL DOS NOSSOS DIAS
Existe ainda uma responsabilidade que precisa ser colocada diante dos líderes.
Em determinados contextos, a preocupação com relevância, audiência e aceitação pode levar à redução das partes mais confrontadoras da mensagem cristã.
Temas como:
pecado; arrependimento; santificação; juízo; renúncia; perseverança; responsabilidade espiritual;
podem ser substituídos por mensagens cuidadosamente elaboradas para produzir apenas conforto.
É claro que o Evangelho também consola.
Cristo cura. Cristo restaura. Cristo perdoa. Cristo acolhe.
Mas o mesmo Cristo que consola também chama ao arrependimento.
João Batista pregava: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.” (Mateus 3:2)
Jesus iniciou sua proclamação dizendo: “Arrependei-vos e crede no evangelho.” (Marcos 1:15)
Portanto, uma mensagem que consola sem confrontar pode oferecer apenas uma parte do Evangelho.
A Palavra que cura também revela a ferida.
Existe ainda uma responsabilidade que precisa ser colocada diante dos líderes.
Em determinados contextos, a preocupação com relevância, audiência e aceitação pode levar à redução das partes mais confrontadoras da mensagem cristã.
Temas como:
pecado; arrependimento; santificação; juízo; renúncia; perseverança; responsabilidade espiritual;
podem ser substituídos por mensagens cuidadosamente elaboradas para produzir apenas conforto.
É claro que o Evangelho também consola.
Cristo cura. Cristo restaura. Cristo perdoa. Cristo acolhe.
Mas o mesmo Cristo que consola também chama ao arrependimento.
João Batista pregava: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.” (Mateus 3:2)
Jesus iniciou sua proclamação dizendo: “Arrependei-vos e crede no evangelho.” (Marcos 1:15)
Portanto, uma mensagem que consola sem confrontar pode oferecer apenas uma parte do Evangelho.
A Palavra que cura também revela a ferida.
10. A CRUZ COMO CENTRO DO EVANGELHO
Se existe uma resposta para o perigo de todos esses “ismos”, ela não está simplesmente em criar outro sistema.
Está em retornar ao centro do Evangelho. A cruz.
Paulo declarou: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado.” (1 Coríntios 2:2)
- A cruz confronta o orgulho humano.
- A cruz revela a gravidade do pecado.
- A cruz manifesta o amor de Deus.
- A cruz anuncia graça.
- A cruz chama ao arrependimento.
- A cruz destrói a vanglória.
- A cruz coloca Cristo no centro.
Por isso, quando o cristianismo perde a cruz, corre o risco de transformar-se em uma religião centrada no homem. Mas quando a cruz permanece no centro, somos lembrados de uma verdade fundamental:
não somos nós que salvamos a nós mesmos. A salvação pertence ao Senhor.
Se existe uma resposta para o perigo de todos esses “ismos”, ela não está simplesmente em criar outro sistema.
Está em retornar ao centro do Evangelho. A cruz.
Paulo declarou: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado.” (1 Coríntios 2:2)
- A cruz confronta o orgulho humano.
- A cruz revela a gravidade do pecado.
- A cruz manifesta o amor de Deus.
- A cruz anuncia graça.
- A cruz chama ao arrependimento.
- A cruz destrói a vanglória.
- A cruz coloca Cristo no centro.
Por isso, quando o cristianismo perde a cruz, corre o risco de transformar-se em uma religião centrada no homem. Mas quando a cruz permanece no centro, somos lembrados de uma verdade fundamental:
não somos nós que salvamos a nós mesmos. A salvação pertence ao Senhor.
11. O CHAMADO À IGREJA
Então, o que a Igreja precisa fazer diante desses desafios?
- Não precisamos correr atrás de cada novo movimento.
- Não precisamos transformar toda novidade em avivamento.
- Não precisamos construir nossa identidade sobre tendências religiosas.
Precisamos retornar aos fundamentos.
Então, o que a Igreja precisa fazer diante desses desafios?
- Não precisamos correr atrás de cada novo movimento.
- Não precisamos transformar toda novidade em avivamento.
- Não precisamos construir nossa identidade sobre tendências religiosas.
Precisamos retornar aos fundamentos.
À Escritura aberta “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil...” (2 Timóteo 3:16)
À oração sincera: A Igreja Primitiva perseverava em oração. (Atos 2:42)
Ao discipulado: Jesus ordenou: “Fazei discípulos de todas as nações.” (Mateus 28:19)
À santidade: “Sede santos, porque eu sou santo.” (1 Pedro 1:16)
À comunhão: “Levai as cargas uns dos outros.” (Gálatas 6:2)
À missão: “Sereis minhas testemunhas.” (Atos 1:8)
Esses fundamentos não precisam ser reinventados. Precisam ser vividos.
Esses fundamentos não precisam ser reinventados. Precisam ser vividos.
12. COMO DISCERNIR SE UM “ISMO” ESTÁ OCUPANDO O LUGAR DE CRISTO?
Podemos fazer algumas perguntas simples e profundas:
Podemos fazer algumas perguntas simples e profundas:
- 1. Cristo continua sendo o centro?
- Ou a personalidade, o líder, o movimento ou a instituição ocupa esse lugar?
- 2. A Escritura continua sendo a autoridade?
- Ou ela está sendo utilizada apenas para confirmar aquilo que já queremos defender?
- 3. Existe arrependimento?
- Ou a mensagem apenas promete conforto e sucesso?
- 4. Existe santificação?
- Ou a experiência religiosa permanece separada da transformação do caráter?
- 5. Existe discipulado?
- Ou as pessoas são apenas consumidoras de conteúdo religioso?
- 6. Existe serviço?
- Ou a fé está centrada exclusivamente naquilo que Deus pode fazer por nós?
- 7. Existe amor e verdade?
- Ou divergências secundárias se transformaram em motivo para divisão permanente?
Essas perguntas não precisam ser usadas para atacar outros cristãos. Primeiro precisam ser aplicadas a nós mesmos.
Essas perguntas não precisam ser usadas para atacar outros cristãos. Primeiro precisam ser aplicadas a nós mesmos.
13. A ESPERANÇA CONTINUA VIVA
Apesar dos desafios, não precisamos olhar para o futuro da Igreja apenas com pessimismo.
- Cristo continua salvando. Cristo continua chamando. Cristo continua transformando.
- Cristo continua formando discípulos. Cristo continua levantando homens e mulheres comprometidos com sua Palavra.
A Igreja não depende da perfeição humana. Depende da fidelidade de seu Senhor.
Jesus declarou: “Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16:18)
Essa promessa não significa que toda instituição cristã será perfeita ou que nenhum movimento enfrentará crises.
Significa que Cristo continua sendo o Senhor da sua Igreja. Por isso, nossa esperança não está em um novo “ismo”. Está em Cristo.
Apesar dos desafios, não precisamos olhar para o futuro da Igreja apenas com pessimismo.
- Cristo continua salvando. Cristo continua chamando. Cristo continua transformando.
- Cristo continua formando discípulos. Cristo continua levantando homens e mulheres comprometidos com sua Palavra.
A Igreja não depende da perfeição humana. Depende da fidelidade de seu Senhor.
Jesus declarou: “Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16:18)
Essa promessa não significa que toda instituição cristã será perfeita ou que nenhum movimento enfrentará crises.
Significa que Cristo continua sendo o Senhor da sua Igreja. Por isso, nossa esperança não está em um novo “ismo”. Está em Cristo.
PORTANTO, QUANDO O CRISTIANISMO PERDE O CRISTO.
Talvez uma das perguntas mais importantes que a Igreja precise fazer atualmente não seja:
“Qual é o nosso movimento?” Nem: “Qual é a nossa tradição?” Nem: “Qual é a nossa denominação?”
Mas: “Cristo ainda é o centro de tudo?”
- Porque podemos defender doutrinas e esquecer o caráter.
- Podemos discutir sistemas e perder o amor.
- Podemos defender tradições e negligenciar a Escritura.
- Podemos buscar experiências e esquecer a santidade.
- Podemos desejar vitória e rejeitar a cruz.
- Podemos falar sobre Jesus e, paradoxalmente, deixar de seguir seus ensinamentos.
Paulo escreveu: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.” (Gálatas 2:20)
Essa talvez seja uma das melhores respostas para o perigo de qualquer “ismo”.
O centro da vida cristã não é uma etiqueta. É uma pessoa. JESUS CRISTO
Por isso, a pergunta final não deve ser apenas: “Qual ‘ismo’ está ferindo a Igreja?”
Antes disso, precisamos perguntar: “Existe algum ‘ismo’ que eu esteja defendendo com mais paixão do que defendo o próprio Cristo?”
Essa pergunta precisa ser feita com humildade. Porque é fácil enxergar o desequilíbrio nos outros. Muito mais difícil é permitir que a Palavra examine nosso próprio coração.
O chamado da Igreja continua sendo o mesmo:
- Cristo no centro. A Palavra como fundamento. A cruz como mensagem.
- A graça como fundamento da salvação. A santidade como fruto. O amor como expressão.
- A missão como responsabilidade. E o discipulado como caminho.
Talvez uma das perguntas mais importantes que a Igreja precise fazer atualmente não seja:
“Qual é o nosso movimento?” Nem: “Qual é a nossa tradição?” Nem: “Qual é a nossa denominação?”
Mas: “Cristo ainda é o centro de tudo?”
- Porque podemos defender doutrinas e esquecer o caráter.
- Podemos discutir sistemas e perder o amor.
- Podemos defender tradições e negligenciar a Escritura.
- Podemos buscar experiências e esquecer a santidade.
- Podemos desejar vitória e rejeitar a cruz.
- Podemos falar sobre Jesus e, paradoxalmente, deixar de seguir seus ensinamentos.
Paulo escreveu: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.” (Gálatas 2:20)
Essa talvez seja uma das melhores respostas para o perigo de qualquer “ismo”.
O centro da vida cristã não é uma etiqueta. É uma pessoa. JESUS CRISTO
Por isso, a pergunta final não deve ser apenas: “Qual ‘ismo’ está ferindo a Igreja?”
Antes disso, precisamos perguntar: “Existe algum ‘ismo’ que eu esteja defendendo com mais paixão do que defendo o próprio Cristo?”
Essa pergunta precisa ser feita com humildade. Porque é fácil enxergar o desequilíbrio nos outros. Muito mais difícil é permitir que a Palavra examine nosso próprio coração.
O chamado da Igreja continua sendo o mesmo:
- Cristo no centro. A Palavra como fundamento. A cruz como mensagem.
- A graça como fundamento da salvação. A santidade como fruto. O amor como expressão.
- A missão como responsabilidade. E o discipulado como caminho.
APLICÇÃO PASTORAL
- Não precisamos de um cristianismo mais sofisticado.
- Precisamos de um cristianismo mais fiel.
- Não precisamos simplesmente de novas tendências.
- Precisamos de profundidade bíblica.
- Não precisamos apenas de grandes eventos.
- Precisamos de discípulos transformados.
- Não precisamos colocar novos nomes no lugar dos antigos.
- Precisamos voltar a colocar Jesus no centro.
“Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente.” (Romanos 11:36)
- Não precisamos de um cristianismo mais sofisticado.
- Precisamos de um cristianismo mais fiel.
- Não precisamos simplesmente de novas tendências.
- Precisamos de profundidade bíblica.
- Não precisamos apenas de grandes eventos.
- Precisamos de discípulos transformados.
- Não precisamos colocar novos nomes no lugar dos antigos.
- Precisamos voltar a colocar Jesus no centro.
“Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente.” (Romanos 11:36)
E agora uma pergunta para você:
Qual dessas tendências = humanismo religioso, materialismo espiritualizado, emocionalismo, relativismo teológico, triunfalismo ou denominacionalismo
Você acredita que mais precisa ser examinada pela Igreja hoje?
Mais importante ainda: Existe algum desses perigos que precisamos examinar primeiro dentro de nós mesmos?
Deixe sua reflexão nos comentários.
Se este estudo contribuiu para sua caminhada cristã, compartilhe com outros irmãos, siga o blog Verdades Cristãs e acompanhe os próximos estudos desta série.
Por Pr. Walker H Souza – proclamando a verdade da Palavra que transforma o entendimento. | Verdades Cristã
"Cristianismo sem verdade vira religiosidade. Verdade sem Cristo vira conhecimento vazio. O chamado apostólico continua sendo o mesmo: conhecer a Verdade, amar a Verdade e viver para a glória de Deus."
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Qual dessas tendências = humanismo religioso, materialismo espiritualizado, emocionalismo, relativismo teológico, triunfalismo ou denominacionalismo
Você acredita que mais precisa ser examinada pela Igreja hoje?
Mais importante ainda: Existe algum desses perigos que precisamos examinar primeiro dentro de nós mesmos?
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Minha intenção neste estudo não é atacar pessoas ou denominações, mas chamar a atenção para tudo aquilo que rouba de Cristo o centro da fé. Qual “ismo” você mais percebe crescendo atualmente?
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