Daniel Berg e Gunnar Vingren
Missionários suecos fundadores da Assembleia de Deus no Brasil
RUA AZUSA E O AVIVAMENTO E A TEOLOGIA PENTECOSTAL BRASILEIRA
Da experiência pentecostal em Los Angeles ao nascimento da Assembleia de Deus no Brasil
O movimento da Rua Azusa escreveu um dos capítulos mais significativos da história do cristianismo no século XX. Que não ficou apenas em Los Angeles atravessou fronteiras e chegou ao Brasil?
Todo esse fenômeno Brasileiro, passa por uma complexa rede de pessoas, experiências espirituais, movimentos de avivamento, igrejas e missionários. Nesse processo aparecem nomes como William J. Seymour, William H. Durham, Daniel Berg e Gunnar Vingren.
A história brasileira, porém, não foi uma simples reprodução daquilo que aconteceu na Rua Azusa.
O pentecostalismo chegou ao Brasil, encontrou uma realidade religiosa, social e cultural própria e, nesse novo ambiente, desenvolveu características particulares.
Por isso, é possível estabelecer uma ponte histórica entre Azusa e Belém, mas não devemos transformar essa ponte em uma linha absolutamente simples e direta.
A Rua Azusa foi uma das matrizes importantes do pentecostalismo moderno. Belém do Pará tornou-se um dos grandes centros de desenvolvimento do pentecostalismo brasileiro.
E entre esses dois lugares existe uma história marcada por oração, Bíblia, controvérsias, experiências espirituais, conflitos doutrinários, perseguições, separações e, sobretudo, pela convicção daqueles primeiros pentecostais de que a obra do Espírito Santo continuava presente na Igreja.
DA RUA AZUSA PARA O MUNDO
O avivamento da Rua Azusa, em Los Angeles, a partir de 1906, tornou-se um dos principais centros de propagação do pentecostalismo moderno.