A IGREJA QUE DEUS PROCURA NÃO ESTÁ FORA, ESTÁ DENTRO, MAS PRECISA SER TRANSFORMADA
E se o maior problema da Igreja não estiver do lado de fora, mas dentro dela?
E se a crise da Igreja não estiver apenas naquilo que o mundo está fazendo contra ela, mas naquilo que ela mesma está permitindo entrar em seu interior?
Essa talvez seja uma das perguntas mais difíceis que podemos fazer quando olhamos para o cristianismo dos nossos dias.
É comum apontarmos para a secularização, para a corrupção dos valores, para o relativismo moral e para a influência da cultura sobre a sociedade. Tudo isso merece atenção. Mas existe uma pergunta anterior:
O que acontece quando os valores do mundo começam a ocupar espaço dentro da própria Igreja?
A Igreja foi chamada para ser diferente. Jesus declarou:
“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte.” Mateus 5.14
Paulo também ordenou:
“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente.” Romanos 12.2
O problema começa quando a Igreja deixa de transformar a cultura e passa, silenciosamente, a ser transformada por ela.
- O antropocentrismo coloca o homem no centro.
- O hedonismo coloca o prazer no centro.
- O racionalismo coloca a mente humana acima da revelação.
Mas será que Deus procura uma Igreja perfeita em suas estruturas ou uma Igreja transformada em seu interior?
Será que o problema está apenas no sistema, na instituição ou nos métodos?
Ou precisamos reconhecer que a verdadeira transformação da Igreja começa na transformação daqueles que formam a Igreja?
Neste estudo, vamos examinar alguns dos valores que têm encontrado espaço dentro do ambiente cristão e refletir sobre o que acontece quando o homem ocupa o lugar que pertence a Deus.
Mais do que criticar a Igreja, precisamos permitir que a Palavra critique a nós mesmos.
Porque talvez a pergunta mais importante não seja: “O que está errado com a Igreja?”
Mas:
“O que precisa ser transformado em mim?”
Continue a leitura, examine o texto bíblico e tire suas próprias conclusões. Talvez, ao final, percebamos que a maior crise da Igreja não começa no púlpito, na estrutura ou no sistema, mas no coração daqueles que foram chamados para ser o povo de Deus.
Se este estudo despertar novas perguntas, deixe seu comentário, compartilhe e siga o blog Verdades Cristãs para acompanhar os próximos estudos.
